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Título
AVALIAÇÃO DOS NÍVEIS DE CATALASE E ASCORBATO PEROXIDASE EM PLÂNTULAS DE MILHO SUBMETIDAS A ESTRESSE HÍDRICO

Aluno: Cassia Rosana Rambo - IC-Voluntária - Curso de Tecnologia em Biotecnologia - Palotina (N) - Orientador: Eliane Cristina Gruszka Vendruscolo - Departamento de Tecnologia em Biotecnologia - Área de conhecimento: 20800002 - Palavras-chave: milho; estresse hídrico; seca - Coorientador: Marise Fonseca dos Santos - Colaborador: Flávia Bordignon Hendges, Julia Liebl, Leidilaine Peixer Alcassa.

O milho (Zea mays L.) é uma espécie de gramínea difundida pelo mundo todo, sendo muito importante para a economia de diversos países. Plantas submetidas a déficit hídrico sofrem alterações na estrutura bioquímica de suas células, entre elas a produção de espécies reativas de oxigênio (ROS) ou radicais livres, que prejudicam o funcionamento celular. Em resposta a esses radicais livres, a planta aumenta a expressão de genes que sintetizam agentes antioxidantes. O objetivo deste trabalho foi estabelecer protocolos para avaliação de parâmetros fisiológicos relacionados à seca. Foram determinados: a atividade das enzimas antioxidantes catalase e ascorbato peroxidase, conteúdos de MDA (malondialdeído) e conteúdos de prolina. Foram avaliadas plântulas de milho no estágio V3, em triplicata, submetidas à restrição hídrica por 6 dias, em um delineamento inteiramente ao acaso. Plantas controle foram irrigadas normalmente. Para determinação das atividades das enzimas foram avaliados diferentes mixes variando a concentração do peróxido de hidrogênio (H2O2) (Para catalase: 100 µL, 150 µL e 200 µL; para ascorbato: 8 µL, 16 µL e 32 µL). Os dados obtidos foram avaliados pelo método ANOVA (p<5). Como resultados obtidos, os mixes com maiores quantidades de peróxido de hidrogênio apresentaram melhor atividade. Foi observada a atividade da catalase nas plantas estressadas, porém a outra enzima, ascorbato peroxidase, não pode ser determinada no período avaliado de 6 dias de restrição hídrica. Os dados obtidos de MDA corroboram para a conclusão de que as plantas avaliadas tiveram seus parâmetros fisiológicos modificados pelo estresse aplicado, por outro lado, os níveis de prolina não aumentaram, dado esse que, possivelmente possa ser explicado pela fase fenológica em que os dados foram avaliados.