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Título
ESTUDO DA IRRIGAÇÃO ARTERIAL DO MEMBRO TORÁCICO DE CORUJA-DE-IGREJA (TYTO ALBA)

Aluno: Augusto Amadori - PROBEM/UFPR - Curso de Medicina Veterinária - Palotina (MT) - Orientador: Arlei José Birck - Departamento de Medicina Veterinária - Área de conhecimento: 50500007 - Palavras-chave: membro torácico; tyto alba; artéria axilar - Colaborador: Thais Iida.

Neste trabalho, estudamos a ramificação arterial do membro torácico em uma espécie de rapinante da família Stringidea, que compreende 19 espécies na região brasileira e distribuição cosmopolita, a suindara, popularmente conhecido como Coruja-de-Igreja (Tyto alba). comparando com outros estudos sobre a mesma e sistematizando-a.Fora encontrado um espécime morto de (Tyto alba) no município de Palotina. Procedeu-se a canulação do tronco braquiocefálico, injetado com látex neoprene 650 para repleção do leito arterial, e fixado em solução de formaldeido 10% (4). Para dissecação precedeu-se a retirada das penas, pele, fascia muscular e veias de toda a extensão do membro torácico esquerdo. A artéria axilar deixa a cavidade toracoabdominal através da parte dorsal da abertura na parede do corpo. Na sua sequência o primeiro ramo emitido é a artéria coracóide. Na região da axila a artéria axilar tem curso por entre os troncos nervosos medianoulnar e radial, ventralmente ao escapuloumeral caudal e, aqui emite um tronco comum que dá origem a artéria bicipital para o músculo bíceps braquial e rede pró-patagial da pele, na sequencia do tronco emite a artéria braquial profunda. A artéria braquial profunda do braço supre os músculos proximais do braço e para a articulação do ombro. A artéria braquial segue até a região da articulação úmero-rádio-ulnar onde a mesma artéria divide-se em artéria radial e ulnar ambas seguindo os ossos correspondentes. A artéria ulnar divide-se e após um curto trajeto realiza anastomose entre o ramo interósseo dorsal da artéria radial profunda e o ramo perfurante dorsal da mesma artéria e segue sua trajetória. Na região da articulação metacarpica a artéria ulnar e radial anastomosam-se em pequenos ramos e destas ultimas artérias que surgem os ramos responsáveis pela irrigação da região distal.