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Título
USO DE SIMULADORES HUMANOS NO ENSINO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM E INFORMÁTICA BIOMÉDICA: CRIAÇÃO E AVALIAÇÃO DE MODELOS DE ENSINO E PESQUISA
Aluno: Nikolas Augusto Eschholz Leal - PIBIC/Fundação Araucária - Curso de Informatica Biomédica (TN) - Orientador: Leticia Mara Peres - Departamento de Informática - Área de conhecimento: 10000003 - Palavras-chave: programação de cenários; simulação humana; ensino em enfermagem - Colaborador: Maria de Fatima Mantovani, Hellen Roehrs, Patricia Mara Huvar Rocha Gonçalves.
O uso de simuladores humanos no ensino de Enfermagem possibilita a imersão dos alunos em situações realistas de emergência e permite a aplicação do conhecimento teórico e uso dos protocolos necessários. Ao se utilizar um simulador para tais eventos, dispensa-se o uso de pacientes reais, não oferecendo riscos aos mesmos. O simulador humano é um manequim com um sistema de hardware e software embarcados e outros dois computadores que controlam a interação do manequim durante a simulação. O manequim possui tamanho e peso naturais e é capaz de reproduzir características fisiológicas de um ser humano como pressão arterial, frequência cardíaca e respiratória, entre outras. Tais características são criadas e manipuladas pelo software Müse, que possui total controle sobre o manequim. O conjunto de características fisiológicas, passos e regras aplicados à simulação é denominado cenário. Um cenário, apesar de ser pré-programado, pode seguir caminhos diferentes, devido a comandos de escolha IF e ELSE e cada intervenção aplicada ao manequim pelo aluno é verificada pelo cenário. O presente trabalho visa criar e manipular cenários para serem usados no ensino e na avaliação de alunos dos últimos períodos do curso de Enfermagem da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Os cenários criados seguiram os protocolos impostos pelo Ministério da Saúde, sendo criados quatro: dois com o objetivo de introduzir o funcionamento e os componentes do simulador aos alunos e os outros dois aplicados em avaliações. Os cenários de introdução abrangeram as atividades de verificação dos sinais vitais, configurados como PA - 180/120 mmHg, FC - 95bpm, T° - 36.2°C, FR - 16rpm, reconhecimento e tratamento da hipertensão, e PA - 90/60 mmHg, para hipotensão. Os cenários de avaliação caracterizaram taquicardia ventricular com e sem pulso respectivamente. Os resultados das avaliações aplicadas usando os cenários nesse trabalho estão em fase de tabulação.