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Título: Escola piloto de engenharia química da UFPR
Projetos vinculados:
Programa ao qual é vinculado:
Coordenador: Alberto Tadeu Martins Cardoso
Vice-coordenador: Mônica Beatriz Kolicheski
E-mail: tadeucc@gmail.com
Setor do coordenador: Setor de Tecnologia
Docentes participantes:
Técnicos administrativos participantes:
Alunos Bolsistas: Amanda Borges de Lima; Eduardo de Athayde Cunha Borges da Fontoura; Klayton Marcel Prestes Alves; Lucas Molenda Jambersi
Alunos Voluntários: André Henrique da Rocha Moreira; Andréia Tavares Espenchitt; Camila Cristina Wan Dall; Djanine Fernanda Siqueira dos Santos; Eduardo Ivanchechen de Mattos; Éverton Simões Van-Dal; Frederico Augusto Schmidlin; Gregóryo Pacheco dos Santos Lima; Guilherme Vaz da Silva; Jeanfrancesco Bertola; Jorge Luiz Pereira dos Santos Júnior; Júlia Bortoluzzi Barbieri; Lucas Ramon Carneiro Thomaz; Marcelle Guth de Freitas Batista; Pércio Almeida Fistarol Filho; Saulo Lucas Mendes; William de Melo
Área temática: Educação
Resumo:
Todo curso universitário deve estar atualizado e na Engenharia este requisito é indispensável. Por outro lado, sabe-se da dificuldade e da morosidade em adaptar um currículo às necessidades do mercado. Por outro lado, nota-se que os alunos precisam desenvolver as habilidades relacionadas com a pró-atividade e a apresentação de trabalhos, necessárias ao bom desempenho profissional. OBJETIVOS: a Escola Piloto de Engenharia Química da UFPR (EPEQ) foi criada visando o desenvolvimento humano e técnico dos estudantes. Para isso, um tema atual e importante (mas ainda não incorporado à grade curricular da UFPR) é estudado com profundidade pelos membros e depois transmitido na forma de cursos de extensão, ministrados pelos próprios membros (alunos do curso de Engenharia Química). Os integrantes da Escola Piloto desenvolvem o aperfeiçoamento pessoal ao se aplicar à pesquisa e ao estudo, ao organizar cursos, preparar material didático e gerenciar atividades. Graças a essas atividades também são desenvolvidos aspectos como a preocupação pela atualização constante, o trabalho em equipe, a organização de ideias e a habilidade de apresentá-las em público. METODOLOGIA: Após a escolha criteriosa do tema, algumas referências (livros, artigos, sites e também profissionais da área) são escolhidas para serem utilizadas durante o semestre, de modo a guiar o progresso dos estudos. O assunto é analisado e distribuído entre os integrantes, e cada um fica responsável por pesquisar, aprofundar, preparar e ministrar uma aula para os demais membros, além de preparar uma apostila relativa ao conteúdo abordado. No final do período um curso e seu correspondente material estão preparados, é feita uma revisão minuciosa, um treinamento das apresentações e o curso é oferecido. PRINCIPAIS RESULTADOS: em quase 2 anos de existência a EPEQ já teve 49 membros (a grandíssima maioria deles como voluntários), já foram oferecidos 6 Cursos de Extensão (4 deles sobre “Integração Energética por Análise Pinch”, um sobre “Ferramentas de Qualidade e Logística” e um sobre “Operação de Processos em Batelada”). Todos esses cursos foram gratuitos. A carga horária média desses cursos foi de 15 horas e o número total de participantes foi 175, sendo que, entre eles, havia alguns engenheiros e alunos de outras instituições. A EPEQ também ajudou a organizar um curso internacional sobre Emulsões Petrolíferas. Um artigo sobre a Escola Piloto foi publicado no principal periódico da área (Revista Brasileira de Engenharia Química, volume 29) em 2013.
Palavras-chave: engenharia-química, ensino, tecnologia.