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Título: Programa de ações educativas do MAE/PROEC
Projetos vinculados: 1. Museu para todos; 2. Ações educativas e inclusivas no museu de arqueologia da UFPR; 3. Sunguilar: contos africanos e afro-brasileiros, uma ação educativa do MAE/UFPR
Coordenador: Márcia Cristina Rosato
Vice-coordenador: Miguel Alfredo Carid Naveira
E-mail: marciarosato@gmail.com
Setor do coordenador: PROEC
Docentes participantes: Laércio Loiola Brochier; Laura Péres Gil, Miguel Alfredo Carid Naveira, Ronaldo Correia de Oliveira, Marcos Silva da Silveira
Técnicos administrativos participantes: Ana Luisa de Mello Nascimento; Angela Carolina Castro Simões; Bruna Marina Portela; Douglas Cleverson Fróis; Fábio Luís Gasparello Marcolino, João Roberto Gasparin Kalluf; Márcia Cristina Rosato; Sady Pereira do Carmo Júnior; Renata Cecília Cherobim Rugil
Alunos Bolsistas: Amanda Leite Lemos; Ana Paula Moraes da Silva; Andreia Baia Prestes; Carolina Tokars Wernick; Karina Pereira Machado; Kathy Kathelen Fabriciio Weiss; Lareane Lourenço Machado; Larissa Paula Setim; Leonardo de Mattos Lima; Linsmar Pinheiro Ferreira; Regis
Área temática: Educação
Resumo:
Os museus são espaços de educação não-formal e lazer, de múltiplas narrativas, de observação e interação, de reflexão e aprendizagem. Neles, diversas compreensões sobre o mundo social podem ser narradas: do passado – outras épocas, povos e civilizações, suas maneiras de viver e pensar – e do mundo contemporâneo – formas de expressão artísticas e culturais, novas descobertas científicas, entre tantos outros temas que permeiam nosso cotidiano. Tradicionalmente voltado para as coleções e a pesquisa, um importante redirecionamento de trabalho dos museus foi a preocupação em dialogar de forma mais eficiente com um público amplo e diversificado, estabelecendo uma relação mais estreita com as comunidades locais. Para isso, a noção de interatividade nos museus foi fundamental, pois permitiu pensar o espaço museal como um sistema de comunicação, no qual elementos diversos passam a estabelecer uma relação direta entre si, tecendo uma rede dinâmica: o objeto, o espaço museal, o público, os profissionais de museu, o conteúdo temático, os mediadores-intérpretes, entre outros. Assim, o entendimento do museu como um espaço de educação não formal, onde a aprendizagem se dá de forma negociada, livre e associada aos interesses individuais, avolumou-se e abriu um amplo campo de estudos e práticas sobre a natureza da aprendizagem, agora percebida como um processo contínuo de troca e de participação. Assim que o acesso aos patrimônios simbólicos de diferentes culturas se dá por meio de múltiplas formas de expressão acessível ao público leigo. Pautado nessas discussões, o MAE mantém um Programa de Ações Educativas com o intuito de dialogar com o publico escolar de nível fundamental e médio medianterecursos facilitadores para a aprendizagem sobre a Arqueologia, a Etnologia dos povos ameríndios, a Cultura Popular, os Saberes Tradicionais de diferentes grupos sociais, o Patrimônio Material e Imaterial, entre outras temáticas desenvolvidas no âmbito do Programa. Pretendemos que as informações disponibilizadas em produtos como as Caixinhas do MAE, os Livros de Contos e CDs de narrativas, os Guias Temáticos, as exposições, os jogos eletrônicos, entre outros produtos lúdico-pedagógicos desenvolvidos pelos alunos-bolsistas participantes do Programa incentivem o desenvolvimento das habilidades cognitivas nos estudantes da rede municipal e estadual de ensino, contribuindo para que o processo da aprendizagem transcorra na confluência das múltiplas dimensões que compõem o conhecimento humano, da abstração conceitual às capacidades perceptuais.
Palavras-chave: educação, escolas, acessibilidade.